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Por LOSAT postado em 20 de outubro de 2015

Uma simples solução caseira, que resolve o problema do amarelado dos faróis

Com um pouco de força de vontade e os materiais corretos, é possível realizar um procedimento 100% caseiro e obter uma grande melhora no aspecto do farol. Com uma lixa d’água de número 1100 (encontrada em casas especializadas em lanternagem e pintura), massa de polir, estopa, um pano seco e limpo e água, o procedimento já pode ser realizado.

Primeiramente, molhe o farol para que a lixa faça efeito. Após molhar, lixe e continue atento se a superfície se encontra molhada. Ao perceber que o local começa a secar, molhe novamente para não perder o efeito da lixa. Após lixar durante aproximadamente 10 minutos toda a área do farol, chega a hora de secar. Não se preocupe, o aspecto ficará embaçado, mas essa é a dica que tudo ocorreu normalmente.

Após a secagem, aplique a massa de polir no farol e com a estopa, esfregue com força. Assim, a massa entra em atrito com a sujeira e a retira. Após esfregar, lave e veja se o resultado ficou com o esperado. Se não ficar satisfeito, faça novamente o processo da massa de polir mais a estopa até que se alcance a transparência correta.

Fonte: Portal Terra

Por LOSAT postado em 05 de novembro de 2015

Motorista deve evitar usar marcas de pneus diferentes!

Você já deve ter passado pela situação de ter um pneu furado e precisar comprar outro para colocar no lugar. Ao ver os preços, decidiu por um mais barato e de marca diferente da sua para economizar. Fique atento, essa atitude pode alterar o comportamento dinâmico do carro.
Cada marca tem um modelo de pneu e cada pneu tem diferença em seu desenho e construção. Por conta disso, usar dos pneus de marcas diferentes é prejudicial para o automóvel, explica José Carlos Quadrelli, Gerente Geral de Engenharia de Vendas da Bridgestone. “Cada modelo e medida de pneu têm diferenças de desenho e construção que fazem com que seu comportamento seja diferente. A utilização de pneus diferentes no veículo acaba por desequilibrar o conjunto, influindo no comportamento e na dirigibilidade”, diz Quadrelli.
O especialista da Bridgestone alerta também para o rodízio de pneus. “É por isso que se recomenda que todos os pneus do veículo sejam da mesma marca e modelo e que estejam no mesmo nível de desgaste. Daí a importância do rodízio, que acaba equilibrando o desgaste dos quatro pneus”, observa.

“A diferença de desgaste ou desenho entre os pneus pode gerar diferenças de tração e frenagem, tanto no seco quanto no molhado, que podem causar instabilidades que serão maiores ou menores dependendo de vários fatores como a profundidade dos sulcos, velocidade e carga, por exemplo. Não sendo possível o uso de pneus idênticos em todo o veículo, uma solução mais segura é de ter pelo menos no mesmo eixo pneus de mesma marca e modelo e com diferença de desgaste não superior a 3 milímetros entre estes” completou.

Mesmos tamanhos na dianteira e traseira

As dimensões dos pneus devem seguir as recomendações da montadora. Em quase todos os modelos as fábricas permitem uma variação de tamanho, tanto no diâmetro do aro quanto na espessura. Porém, mesmo quando for permitido colocar aro 15 em carro que saiu de fábrica com aro 14, por exemplo, é preciso fazer a troca das quatro peças ao mesmo tempo.

“Pneus de dimensões diferentes não devem ser montados no mesmo veículo, a não ser em casos nos quais o veículo já vem de fábrica com medidas diferentes nos dois eixos, como ocorre com alguns modelos esportivos”, afirmou Quadrelli.

Fonte: Porta Terra

Por LOSAT postado em 17 de novembro de 2015

Sete dicas para não errar com o óleo do carro

1 - Troca
Ela deve ser feita quando atingir o período recomendado pelo fabricante. Essa informação está bem clara no manual do proprietário. Se você ainda não sabe, consulte o manual. Além do prazo, lá consta o tipo de óleo e quantos litros devem ser usados. Quase todas as montadoras recomendam antecipar a troca de óleo em carros com “uso severo”. Isso vale, principalmente, para veículos que andam muito em engarrafamentos.

2 - Completar o nível
Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chegar a hora da troca do óleo, deve-se completar o nível. Não há nada de errado nisso. As montadoras consideram normal baixar de meio litro a um litro de óleo a cada 1 mil quilômetros rodados, dependendo do modelo.

3 - Local
O óleo do carro deve preferencialmente ser trocado num posto ou oficina. A medição do nível deve ser feita em um local plano e com o motor frio, preferencialmente após 10 minutos do carro parado. Se o nível estiver entre o mínimo e o máximo, não há necessidade de completar.

4 - Temperatura do motor
Para a retirada do óleo na hora da troca, é bom o que o motor esteja quente. Assim, o óleo ficará mais fluido e fino.

5 - Filtro
Sempre que trocar de óleo, troque também o filtro de óleo. Isso irá garantir que seu motor não fique impregnado por impurezas.

6 - Óleo preto
Esqueça aquela história de que óleo preto significa que está velho. Pelo contrário, se está preto é porque está lubrificando corretamente. O que vale são os prazos de troca que constam no manual do proprietário.

7 - Óleo velho
Sim, óleo fica velho. Caso o motorista rode pouco e não alcance a quilometragem estipulada para a troca, precisa substituir o lubrificante após seis meses. Depois desse prazo, o óleo velho pode prejudicar a bomba de óleo, que é a responsável por manter em dia a lubrificação do motor do carro.

Fonte: Portal Terra